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Coquetel do amor: Como os hormônios do trabalho de parto agem

Segundo Michel Odent, médico obstetra e cientista francês, existe um “coquetel complexo de hormônios do amor” que agem durante o trabalho de parto, que são: Ocitocina, Endorfina, Adrenalina e Prolactina.

Ocitocina

É o principal hormônio ligado ao parto. Além de ser responsável pelas contrações uterinas, também é um hormônio relacionado a sentimentos de afeição e vínculo. É ela que promove a intensa conexão entre mãe e bebê. Os seus níveis aumentam gradativamente durante o trabalho de parto fazendo com que as contrações fiquem também cada vez mais fortes até atingirem seu pico durante o nascimento da placenta.

Endorfina

Funciona como um anestésico natural do corpo e é secretada a cada vez que ocorre um pulso de ocitocina. Seu níveis também aumentam gradativamente conforme o avanço do trabalho de parto.

Adrenalina

Ela é produzida no momento em que ocorre a transição (quando o colo do útero já está completamente aberto e a cabeça do bebê começa a descer) e, segundo Janet Balaskas, age como um “gatilho que dispara o reflexo expulsivo do bebê” inclusive o preparando para o nascimento.

Prolactina

Ocorre a descarga desse hormônio imediatamente antes do parto e logo após e seus níveis permanecerão altos enquanto a mãe amamentar seu bebê. Ela é essencial para a produção do leite materno e para os instintos maternos protetores.

Essas informações foram retiradas do livro “Parto Ativo: Guia Prático para o Parto Natural” da Janet Balaskas.

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