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As fases do trabalho de parto

Quais são as fases do trabalho de parto? Elas se dividem em: pródromos, fase latente, fase ativa, expulsivo e dequitação da placenta.

PRÓDROMOS

Contrações irregulares que podem durar dias e que tendem a ocorrer à noite. Nem todas as mulheres passam por essa fase.

FASE LATENTE

Contrações mais regulares que duram em torno de 10 a 45 segundos e que costumam ser espaçadas. Nessa fase a mulher ainda consegue conversar e comunicar o que está sentindo entre uma contração e outra.

FASE ATIVA

Contrações mais intensas que duram em torno de 45 a 60 segundos e que costumam ocorrer de 3 em 3 minutos. É quando a mulher entra na “partolândia” e se torna mais introspectiva e irracional. Já não se comunica mais como na fase anterior.

FASE DE TRANSIÇÃO

É a fase mais desafiadora e intensa do trabalho de parto, pois ocorre um pico de adrenalina e a mulher fica com muito medo, muitas vezes achando que vai morrer. É quando ocorre a transição das contrações de dilatação para as de “puxo”.

EXPULSIVO

O colo está totalmente dilatado e a cabeça do bebê começa a descer pelo canal vaginal podendo durar minutos ou horas. É quando a mulher sente vontade de fazer força e pode acontecer o chamado círculo de fogo durante a passagem da cabeça do bebê. Muitas mulheres comparam a sensação como a de quando empurramos o canto da boca com nossos dedos.

DEQUITAÇÃO DA PLACENTA

Ocorrem contrações normalmente mais leves e que fazem com que a placenta se descole da parede uterina. O parto só acaba com o nascimento da placenta.

Apesar de teoricamente as fases serem bem distintas umas das outras, na prática elas podem se confundir. Por exemplo, as contrações da fase latente podem não ser tão espaçadas quanto se espera, as contrações da fase ativa também podem não ser tão intensas, entre muitas outras variáveis.

É recomendado ir para a maternidade apenas durante a fase ativa do trabalho de parto, mas dificilmente uma mulher sozinha saberá identificar em qual fase está e qual o momento certo de ir para o hospital.

O ideal, portanto, é que ela seja acompanhada por profissionais como doulas e enfermeiras obstétricas que sabem identificar as fases e que têm competência para analisar se está ocorrendo tudo bem.

As informações desse post foram retiradas dos livros “Parto Ativo: Guia Prático para o Parto Natural” da Janet Balaskas e “O Parto é da Mulher: Guia de Preparação para um Parto Feliz” da Cristina Balzano.

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