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Bebê APLV (com alergia a proteína do leite da vaca)

Estima-se que entre 2 a 3% das crianças menores de 3 anos tenham alergia à proteína do leite da vaca e os sintomas variam desde muco e raias de sangue nas fezes, golfos frequentes, vômitos, cólicas intensas, baixo ganho de peso até problemas de pele como urticária e problemas respiratórios como coriza, chiado e outros. Esse diagnóstico precisa ser dado por um especialista.

Quando um bebê é diagnosticado como APLV , muitas mães são erroneamente orientadas a pararem de amamentar por conta de essa proteína passar pelo leite materno quando o bebê mama. Porém o ideal é que a amamentação seja continuada pois o leite materno ajuda no processo de cura dessa alergia. Só que para isso é essencial que a mãe elimine de sua dieta o consumo de leite e seus derivados. Não é nada fácil, mas é totalmente possível.

Com quase 1 mês a Lilian começou a ter alguns sintomas e fui orientada a iniciar uma dieta de restrição de leite e derivados por suspeita de ela ser APLV. Recentemente ela voltou a ter episódios de raias de sangue e tive que cortar também a soja. É incrível como eu não sabia que eu consumia tanto desses dois grupos alimentares… Sem contar o medo de consumir alguma comida fora de casa sem ter certeza de como ela é feita.

Tem sido um desafio e tanto a amamentação nesse meu puerpério. Como a Verônica Linder diz “todo dia penso em desistir, todo dia escolho continuar”. E assim seguimos em livre demanda, com a minha dieta super restrita mas também com a certeza de que estou fazendo o meu melhor e com o cheiro de bafinho de leite mais delicioso que existe.

Aos poucos vou postar receitas que tenho feito aqui em casa que são super gostosas e práticas para as mamães que estão na mesma situação que eu.

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