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O que significa disciplina positiva?

Em primeiro lugar, precisamos entender que existem dois extremos quando abordamos o tema disciplina infantil: a rigidez e a permissividade.

A disciplina rígida é aquela em que há um controle excessivo e onde não há espaço para liberdade e para escolhas. O seu principal discurso é “você vai fazer isso porque estou mandando” atrelado a ameaças, punições e castigos.

Quando a criança é disciplinada de forma rígida ela se torna incapaz de tomar decisões responsáveis por conta própria. Afinal ela aprende que é responsabilidade do adulto indicar qual o comportamento ela deve seguir.

No outro extremo fica a disciplina permissiva que é aquela em que não há limites e a liberdade é total, ou seja, a criança é completamente livre para tomar suas próprias decisões e fazer o que quiser. Sem nenhum tipo de regra.

A permissividade também gera irresponsabilidade. Uma vez que a liberdade da criança é total, ela não aprende a refletir sobre suas decisões e pensa apenas em si mesma.

A disciplina positiva, por sua vez, defende a liberdade dentro de um conjunto de escolhas limitadas. Segundo a autora Jane Nelsen, em seu livro “Disciplina Positiva”, a criança “pode escolher dentro dos limites que demonstrem respeito por todos”. Ela é baseada no diálogo, no respeito mútuo e na cooperação, sem espaço para castigos e punições.

O objetivo da disciplina positiva, portanto, é ensinar à criança a ser capaz de sozinha realizar as melhores escolhas para si própria, mas também para os próximos.

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